quarta-feira, 20 de junho de 2012

                   Plano de aula que estou executando no Museu Vivo da Memória Candanga
                                                         Projeto Educativo
Tema: Arte/educação, Educação patrimonial

Público alvo: estudantes de escolas públicas e particulares e/ou comunidade

Metodologia: Conversa informal com a turma sobre o que eles perceberam ao observar o museu.

Que tipos de materiais foram mais utilizados?

E na nossa casa, que tipos de materiais foram mais utilizados?

E para você, como seria a casa mais interessante? Seria de madeira, de tijolo,de bambu, de lona, ou de lata?

Objetivos: Reconhecer o nosso patrimônio arquitetônico como um produto da nossa cultura ( Do nosso patrimônio cultural).

Perceber as diferentes estéticas e os diversos materiais empregados na construção e arquitetura das nossas casas, como: madeira,tijolos,bambu, vidro, metal, cerâmica,azulejos, a diversidade de telhados, que vão variar de acordo com a nossa cultura e com o que a natureza ao redor nos oferece.

Despertar para a importância da preservação desse patrimônio arquitetônico que está presente tanto no museu como um local público, quanto na construção das nossas casas que também fazem parte do patrimônio cultural.

Atividade artística:
Produção de pintura e colagem individual representando a casinha que para você seja mais interessante, pensando que essa casinha é produto da sua cultura, ou seja, do modelo que vocês acham mais bonito e mais adequado para o local você vive e dos materiais mais acessíveis que dispõem.

Cronograma:

Sete aulas com três horas de duração.
Maria Geizimar Arraes, acadêmica de Artes Visuais


                                                                                                                        
Público alvo: alunos de escolas públicas e particulares

segunda-feira, 18 de junho de 2012


                                       Maria Geizimar Arraes, Ana Mae Barbosa
"Da camiseta ao museu, do rap à sala de concerto, da novela da TV ao teatro" Peregrino defende que todas são produções culturais e artísticas que integram o patrimônio de uma sociedade, ou melhor, de toda a humanidade.(Peregrino,1995, apud Barbosa 2010,p.420)
Ao saudoso Mestre Teodoro, querido candango que veio do Maranhão para construir Brasília, e junto trouxe um pouquinho de sua cultura para cá, hoje graças ao senhor, o Boi faz parte desse grande caldeirão cultural que é Brasília. Obrigada Mestre!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Regata e cachecol, Maria  Geizimar 
"Da camiseta ao museu, do rap à sala de concerto, da novela da TV ao teatro" Peregrino defende que todas são produções culturais e artísticas que integram o patrimônio de uma sociedade, ou melhor, de toda a humanidade.(Peregrino,1995, apud Barbosa 2010,p.420)





Experimentando aguada de acrílica sobre tela


quinta-feira, 7 de junho de 2012


"Com Cândido Portinari, nossa pintura integra a corrente do modernismo internacional e amplia a potencialidade de nossa modernidade, revelando um Brasil ignoto, em imagens visuais dramáticas, de um violento realismo até então, não registrado na História da Arte".(Pedrosa,Israel, O Universo da Cor,2004,P.96)



Link para quem desejar conhecer a Casa de Portinari em Brodouski, São Paulo e fazer um tour pelo museu que guarda sua memória, é imperdível:
http://museucasadeportinari.org.br/vrt/index.html acesse o museu.

" Mas Portinari não é apenas o pintor das tragédias do sub-desenvolvimento. Pintando todos os aspectos da vida nacional, de Norte a Sul, ele transforma-se também, em um visionário do porvir da grandeza de seu país"..(Pedrosa,Israel, O Universo da Cor,2004,P.96)

Fiz esta pequena galeria virtual, estudando a Arte em Portinari.www.youtube.com/watch?v=MsUq4iB3RX8
Maria Geizimar Arraes
(Geiza Arraes)

O crítico de Arte Pietro Maria Bardi aponta Portinari como " Um intérprete das misérias do terceiro mundo"..(Pedrosa,Israel, O Universo da Cor,2004,P.96)

Já o crítico de Arte Bento afirma: " Portinari foi em suas obras dramáticas e trágicas, o mais representativo dentre os artistas do terceiro mundo. Tornou-se mesmo o mais impressionante intérprete do sofrimento de um povo"..(Pedrosa,Israel, O Universo da Cor,2004,P.96)