quarta-feira, 13 de maio de 2015

 
                                          

                                                                     Era uma vez...

 
                                                       Na Terra do Nó a rainha Abayomi foi convidada
                            
                               pelos seus súditos para uma festa chamada "Festa da Capoeira".
 
                              Chegando o grande dia, o conselheiro da raínha, sugeriu à    ela 
 
                              que não fosse à festa. Pois dissera se tratar de uma festa   muito
 
                             violenta em que os participantes usavam armas como    estiletes 
 
                            nos pés e ela poderia sair da festa machucada.
 
                            Mas a rainha se entriteceu profundamente e pensou: vou        me
 
                           disfarçar de súdito e irei à festa.
 
                           Então, chegando a noite, a raínha saiu às escondidas e     assistiu
 
                           toda a festa. Ela ficou maravilhada e a partir daquele dia, instituiu
 
                          a Festa da capoeira como Patrimônio Cultural daquele reino.
 
                           Autoras: Naara Reis; Samara Korb; Maria Geizimar Arraes 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Abayomi



"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda religião.

Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”

 (Nelson Mandela).
 
Bonecas africanas Abayomi ( aquela que traz felicidade)  reflexão sobre a contribuição dos africanos para a nossa cultura, construir esta bonequinha vai além do brincar: é  empoderamento, sentimento de pertencimento, de respeito à diversidade cultural brasileira.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Brincando com as tranparências da aquarela.
 
 
Olha o contexto.
 
Conta a lenda que:
 
 

 

     Um navio que vinha de Lisboa para São Luís desviou-se de sua rota e em plena Baía de São José, esteve ameaçado de naufrágio por uma grande tempestade. O capitão invocou a proteção de São José, prometendo erguer uma capela no povoado que avistava ao longe. Tal foi a força das súplicas, que imediatamente o mar se acalmou e todos chegaram a terra a salvos. Para cumprir a promessa, o capitão trouxe de Lisboa uma imagem de São José e colocou na modesta igrejinha do povoado, erguida de frente para o mar. Este povoado se tornaria São José de Ribamar.
A lenda ainda conta que muito próximo dali havia uma antiga aldeia chamada Anindiba dos Indígenas, atualmente município de Paço do Lumiar. Os moradores daquele lugar acharam que a imagem deveria ser removida da igrejinha e levada para Anindiba e ao cair da noite, sem que ninguém percebesse, eles transportaram a imagem de lá. Ao amanhecer a imagem não se encontrava mais em Anindiba, pois, misteriosamente, ela voltou à igrejinha de origem. E os moradores tornaram a repetir a transferência e colocaram pessoas a vigiar o santo. São José, entretanto, transformando seu cajado em luzeiro, desceu da Igreja de Anindiba e, protegido por anjos e santos, voltou a Ribamar. E o caminho por onde ele ia passando encheu-se de suaves rastros de luz. Só assim os moradores de Anindiba compreenderam que o santo queria permanecer em sua igrejinha, de frente para o mar. Tempos depois, quando da construção de uma nova igreja, resolveram fazê-la de frente para a entrada da cidade - mas as paredes da igreja várias vezes ruíram, até que os fiéis compreenderam que a igreja de São José de Ribamar deveria permanecer de frente para o mar, como encontra-se até hoje.(http://www.saojosederibamar.ma.gov.br/cidade/historias-e-lendas/)

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 
 

 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Imagem: Hélio
Instalação "Comigo Ninguém Pode" de Regina Vater.
Esta instalação, é o resultado de uma coleta de fotos de lambe-lambe, tiradas para documentos de identidade no Brasil, que foram xerocadas em preto e branco e transformadas em longas tiras formando um espaço triangular em volta de uma planta ( Comigo Ninguém Pode). Para saber mais sobre a artista e sua obra, acesse:   http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=121315