quinta-feira, 21 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Era uma vez...
Na Terra do Nó a rainha Abayomi foi convidada
pelos seus súditos para uma festa chamada "Festa da Capoeira".
Chegando o grande dia, o conselheiro da raínha, sugeriu à ela
que não fosse à festa. Pois dissera se tratar de uma festa muito
violenta em que os participantes usavam armas como estiletes
nos pés e ela poderia sair da festa machucada.
Mas a rainha se entriteceu profundamente e pensou: vou me
disfarçar de súdito e irei à festa.
Então, chegando a noite, a raínha saiu às escondidas e assistiu
toda a festa. Ela ficou maravilhada e a partir daquele dia, instituiu
a Festa da capoeira como Patrimônio Cultural daquele reino.
Autoras: Naara Reis; Samara Korb; Maria Geizimar Arraes
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Abayomi
"Ninguém nasce odiando outra pessoa
pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se
podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”
(Nelson Mandela).
Bonecas africanas Abayomi ( aquela que traz felicidade) reflexão sobre a contribuição dos africanos para a nossa cultura, construir esta bonequinha vai além do brincar: é empoderamento, sentimento de pertencimento, de respeito à diversidade cultural brasileira.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Brincando com as tranparências da aquarela.
Olha o contexto.
Conta a lenda que:
Um navio que vinha de Lisboa para São Luís desviou-se de sua rota e em plena Baía de São José, esteve ameaçado de naufrágio por uma grande tempestade. O capitão invocou a proteção de São José, prometendo erguer uma capela no povoado que avistava ao longe. Tal foi a força das súplicas, que imediatamente o mar se acalmou e todos chegaram a terra a salvos. Para cumprir a promessa, o capitão trouxe de Lisboa uma imagem de São José e colocou na modesta igrejinha do povoado, erguida de frente para o mar. Este povoado se tornaria São José de Ribamar.
A lenda ainda conta que muito próximo dali havia uma antiga aldeia chamada Anindiba dos Indígenas, atualmente município de Paço do Lumiar. Os moradores daquele lugar acharam que a imagem deveria ser removida da igrejinha e levada para Anindiba e ao cair da noite, sem que ninguém percebesse, eles transportaram a imagem de lá. Ao amanhecer a imagem não se encontrava mais em Anindiba, pois, misteriosamente, ela voltou à igrejinha de origem. E os moradores tornaram a repetir a transferência e colocaram pessoas a vigiar o santo. São José, entretanto, transformando seu cajado em luzeiro, desceu da Igreja de Anindiba e, protegido por anjos e santos, voltou a Ribamar. E o caminho por onde ele ia passando encheu-se de suaves rastros de luz. Só assim os moradores de Anindiba compreenderam que o santo queria permanecer em sua igrejinha, de frente para o mar. Tempos depois, quando da construção de uma nova igreja, resolveram fazê-la de frente para a entrada da cidade - mas as paredes da igreja várias vezes ruíram, até que os fiéis compreenderam que a igreja de São José de Ribamar deveria permanecer de frente para o mar, como encontra-se até hoje.(http://www.saojosederibamar.ma.gov.br/cidade/historias-e-lendas/)
sábado, 31 de janeiro de 2015
domingo, 6 de janeiro de 2013
Imagem: Hélio
Instalação "Comigo Ninguém Pode" de Regina Vater.
Esta instalação, é o resultado de uma coleta de fotos de lambe-lambe, tiradas para documentos de identidade no Brasil, que foram xerocadas em preto e branco e transformadas em longas tiras formando um espaço triangular em volta de uma planta ( Comigo Ninguém Pode). Para saber mais sobre a artista e sua obra, acesse: http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=121315
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